domingo, 21 de janeiro de 2018

Opinião: Conquistas e determinação marca avanços em Alagoa Grande

Com o compromisso e a sensibilidade de observar as necessidades dos munícipes, o prefeito de Alagoa Grande, Brejo paraibano, Antônio Sobrinho (PSD) surpreende com suas ações administrativas. Ao ser eleito no pleito de 2016, assumiu o compromisso de trabalhar e acabou encontrando dificuldades para conquistar benefícios, certamente isto não deixo abater o desejo de realizar o diferencial. Ao assumir, se deparou com a Prefeitura no CAUC (Cadastro Único de Convênios), ou seja, algo que impede o município de conquistar benefícios junto ao Governo Federal.
Ele [Sobrinho] observou que era necessário montar uma operação para solucionar este empecilho, ao longo do primeiro ano administrativo conseguiu retirar o nome de Alagoa Grande do CAUC. Se não bastasse, resolveu meter a mão na massa e iniciou uma série de obras abandonadas por gestões passadas, a exemplos de escolas, postos de saúde e o Hospital Municipal, recuperando 11 das 29 existente. Este último, resgata o sentimento de conquista dos munícipes e expressa a determinação do gestor em levar melhoria para as pessoas.
Para a reabertura do Hospital Municipal Sobrinho não visou o lado partidário, sabendo que o investimento para a conclusão das obras abandonadas desde 2012 e que seria altíssima, tomou a iniciativa e assegurou R$ 500 mil da receita municipal, e havia a necessidade de reativar o convênio firmado [2012] com o Pacto Social do Governo do Estado, sabendo que era necessário uma intermediação do deputado Bosco Júnior com o governador Ricardo Coutinho (PSB), a parceria [convênio] foi solucionado. Sendo assim, o estado entrou com uma contrapartida de mais de R$ 500, até dezembro de 2017 havia liberado apenas uma parcela de R$ 57 mil. 

Mesmo assim Sobrinho continuou as obras onde encontra-se com mais de 85% dos trabalhos concluídos. Pretendendo realizar uma série de inaugurações em fevereiro, uma das entregas será o Hospital que voltará a funcionar e será referência na região. Para isso, houve um trabalho incansável e várias viagens a Brasília na busca recursos para o andamento da gestão hospitalar. As escolas da Usina Tanques, Sapé de Julião e outros benefícios serão inaugurados no início do próximo mês.

É necessário olhar para o ano de 2017 e ter a certeza que foi um ano de trabalho e de conquistas importantes para Alagoa Grande, sem contar os resgastes culturais e tradicionais do município, tudo isso é possível com o esforço e empenho de sua equipe de trabalho.
Se o primeiro ano administrativo foi cheios de conquistas, o que esperar para 2018. Tendo a certeza que Alagoa Grande “Vive Uma Nova História”. Mantendo o compromisso de solucionar as necessidades, Sobrinho irá continuar buscando alternativas de melhoramento no atendimento público. 





Blog do Rildo com Blog do Galdino
 



  

Prefeito Sobrinho anuncia a Programação Oficial da Festa de Nossa Senhora da Boa Viagem, Padroeira de Alagoa Grande

O prefeito do município de Alagoa Grande, Dr. Antônio Sobrinho (PSD), anunciou a programação oficial da festa da Padroeira Nossa Senhora da Boa Viagem. Na oportunidade, Sobrinho também solicitou apoio da Polícia Militar com a segurança do evento.

No dia 1º de fevereiro acontecerá a Procissão de Nossa Senhora da Boa Viagem, Padroeira de Alagoa Grande, no dia 2 Dr. Sobrinho decretou feriado municipal e nos dias 3 e 4 acontece a festa profana, que este ano será realizada ao lado da Igreja Matriz, onde será armado uma grande estrutura de palco para as apresentações das bandas.

VEJA A PROGRAMAÇÃO OFICIAL DA FESTA DA BOA VIAGEM

Dia 01/02: Procissão de Nossa Senhora da Boa Viagem
Dia 02/02: Feriado = Dia de Nossa Senhora da Boa Viagem
Dia 02/02: Show com as bandas Forrozão Pai e Filho, Tuareg’s e Filhos de Jackson
Dia 03/02: Show com as bandas Piruetta, Fofin do Acordeon e Guerreiros do Forró


Fonte: BLOG DO RILDO 

BOSCO CARNEIRO É ELEVADO AO CARGO DE PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA PARAÍBA

Para orgulho de todos os alagoagrandenses, assim como de muitos brejeiros, o deputado João Bosco Carneiro Júnior assumiu esta semana o maior cargo do Legislativo paraibano.
Com o afastamento do Presidente Gervásio Maia Filho, para tratar de assuntos pessoais, o até então Vice-Presidente Bosco Carneiro assumiu interinamente a Presidência da Assembleia Legislativa.
Com essa posse para o Executivo do Legislativo paraibano, quebra-se um tabu importante dentro da conjuntura política da região brejeira, pois nenhum político ligado diretamente com Alagoa Grande havia assumido tal cargo. 
Mas o que significa essa ascensão do deputado Bosco Carneiro ao topo do poder Legislativo? 
Bem, além dos “holofotes” da mídia, com entrevistas e noticiários sempre à sua volta, aumenta também o seu acesso ao Governador e secretários correspondentes, o que lhe proporciona maior poder de barganha no sentido de reivindicar mais ações para o seu colégio eleitoral. Ademais, passa a representar a Assembleia Legislativa em quaisquer circunstâncias, seja em reuniões, ou até mesmo em algumas decisões que porventura precisem ser tomadas pelo Poder Legislativo paraibano. 
O deputado Bosco Carneiro, com essa chegada à Presidência do Poder Legislativo Paraibano, entra para a história da “Casa de Epitácio Pessoa”, pois é mais um que vem a somar junto aos outros ilustres parlamentares que fazem parte da galeria de grandes homens públicos que por ali já passaram como: Carlos Dunga, Gilvan Freire, Arthur Cunha Lima, Ricardo Marcelo e, mais recentemente, Adriano Galdino e Gervásio Maia. 
Podemos considerar que tudo isso é o reconhecimento de quem tem levado a sério o mandato que lhe foi outorgado pelo povo paraibano. 
O deputado Bosco Carneiro é inestimavelmente um político diferenciado, pois possui uma forma de vida desprovida de qualquer vaidade, sendo uma pessoa simples, homem do povo, possuindo um caráter de postura firme nas horas de decisões sérias, essencialmente quando é em defesa dos mais humildes. Todas essas características do parlamentar foram advindas do seu inesquecível pai, o ex-deputado Dr. João Bosco Carneiro, que deixou para seus familiares uma das belas façanhas de um homem público: o de estar sempre em defesa das pessoas mais pobres. 
Parabenizamos ao deputado Bosco Carneiro por dar continuidade a esse legado herdado do seu pai, e assim ter chegado ao topo do Poder Legislativo paraibano. 
Estamos felizes por este momento tão importante para todos nós alagoagrandenses, brejeiros...paraibanos. Parabéns deputado Bosco Carneiro. A partir de agora, é preciso muita concentração em busca da reeleição que é a meta prioritária para dar continuidade a essa alegria. Vamos à luta.
 
Fonte: Jornalista Gildo Araújo 

sábado, 25 de novembro de 2017

Escola Municipal de Zumbi realiza dia da Consciência Negra

Na tarde desta sexta-feira (24/11) do ano corrente, a Escola Municipal de Ensino Fundamental Cândido Régis de Brito situado no Distrito de Zumbi, realizou o dia da Consciência Negra com os alunos da referida escola. O evento teve como responsáveis as Professoras Lúcia Júlio, Inalva Nery e Marivam Borges, os alunos representaram bem a memória do líder Zumbi dos Palmares, nome esse que leva o nosso Distrito. 
O evento teve inúmeras apresentações, como dança, músicas e cartazes onde falava e relatava sobre as religiões trazidas da África e as culturas. A programação foi finalizada a com a palavra da Diretora-Adjunta Cilene Melo. 

O Dia da Consciência Negra é comemorado em todo território nacional. Esta data foi escolhida por ter sido o dia da morte do líder negro "Zumbi", que lutou contra a escravidão no Brasil.

A celebração relembra a importância de refletir sobre a posição dos negros na sociedade. Afinal, as gerações que sucederam a época de escravidão sofreram diversos níveis de preconceito.

A data foi estabelecida pelo projeto Lei n.º 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. No entanto, somente em 2011 a lei foi sancionada (Lei 12.519/2011) pela presidente Dilma Rousseff.


A criação de um dia comemorativo da Consciência Negra é uma forma de lembrar a importância de valorizar um povo que contribuiu para o desenvolvimento da cultura brasileira. 


Quem foi Zumbi dos Palmares? 

Popularmente chamado de Zumbi dos Palmares, ele foi o último dos líderes do Quilombo dos Palmares durante o período colonial.
Filho de escravos e nascido nesse quilombo, atual Alagoas, o Zumbi lutou para a libertação dos negros até sua morte.
Em 1695, com 40 anos, Zumbi foi assassinado pelo capitão Furtado de Mendonça e seus restos mortais foram expostos em praça pública.

























DIRETORA-ADJUNTA CILENE 



Fonte e edição: ZUMBI EM FOCO 

 

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Jovem comete suicídio por enforcamento em Zumbi de Alagoa Grande

Na manhã desta quinta-feira (09), um jovem da cidade de Alagoa Grande cometeu suicídio por enforcamento. De acordo com informações de testemunhas, o jovem mais conhecido por "Lau", foi encontrado em sua residência, localizada no Distrito de Zumbi.
A Polícia foi chamada para que as medidas cabíveis sejam tomadas. A causa que levou o jovem a cometer o suicídio ainda é desconhecida. Ele deixa esposa e um filho.
 
Fonte: BLOG DO RILDO 

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Temer recebeu R$ 2,5 milhões de propina do grupo Bertin, diz Funaro

O operador financeiro Lúcio Funaro afirmou nesta terça-feira (31), em depoimento à Justiça Federal de Brasília, que o presidente Michel Temer recebeu R$ 2,5 milhões de propina do grupo empresarial Bertin como contrapartida pela liberação de financiamento do Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS), administrado pela Caixa.
Em nota, a assessoria da Presidência afirmou que Temer “contesta de forma categórica qualquer envolvimento de seu nome em negócios escusos, ainda mais partindo de um delator que já mentiu outras vezes à Justiça”.
“Em 2010, o PMDB recebeu R$ 1,5 milhão em três parcelas de R$ 500 mil como doação oficial à campanha, declarados na prestação de contas do diretório nacional do partido entregue ao TSE [Tribunal Superior Eleitoral]. Os valores não têm relação com financiamento do FI-FGTS”, diz trecho do comunicado do Palácio do Planalto.
O grupo Heber, que reúne os negócios da família Bertin, informou que não vai se pronunciar sobre a declaração de Lúcio Funaro.
Conforme o operador financeiro, o pagamento do grupo Bertin tinha relação com investimento na área de energia. À época do aporte do FI-FGTS, o atual secretário-geral da Presidência, Moreira Franco, ocupava a vice-presidência de Fundos e Loterias da Caixa, responsável pela gestão do FI-FGTS.
Delator da Lava Jato, Funaro disse à Justiça acreditar que o repasse a Temer ocorreu por meio de doações oficiais ao diretório nacional do PMDB.
Segundo ele, após obter o financiamento com recursos do fundo, o empresário Natalino Bertin acertou o repasse de valores a políticos, sendo que parte da propina teria sido paga por meio de doações oficiais.
“Quando foi para definir como é que seria a divisão do montante que o Natalino disponibilizou para doações, se eu não me engano, o deputado Eduardo Cunha ficou com 1 milhão, 2 milhões, 2,.5 milhões foram destinados ao presidente Michel Temer, e um valor de 1 milhão também, 1,5 milhão, destinado ao deputado Candido Vaccarezza”, afirmou o doleiro.
Ainda de acordo com Funaro, os ex-deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Cândido Vaccarezza (Avante-SP) também receberam suborno da Bertin para avalizar a liberação de financimento para o grupo.
A defesa de Cunha afirmou que “nada do que Lucio Funaro disse tem comprovação em documentos, a não ser as planilhas elaboradas por ele mesmo. Segunda-feira Eduardo Cunha esclarecerá todas as acusações”.
O G1 não havia conseguido contato com a defesa de Vaccarezza até a última atualização desta reportagem.
Réu na Operação Sépsis – desdobramento da Lava Jato que investiga suposto esquema de propinas envolvendo financiamentos do FI-FGTS –, Lúcio Funaro fez acordo de delação premiada com a Procuradoria Geral da República (PGR).
Propina do grupo Bertin
Funaro já havia mencionado pagamento de propina do grupo Bertin em seu acordo de delação com a PGR, mas, à época, ele não havia detalhado o pagamento a Temer. Na delação, o doleiro tinha explicado aos investigadores que empresas pagavam propina em troca de facilidades na liberação dos recursos do FI-FGTS.
Em um dos vídeos da delação premiada, Funaro explicou que foi procurado pelo grupo Bertin para viabilizar o investimento do FI-FGTS na empresa Nova Cibe porque os empresários sabiam que a vice-presidência de Fundos da Caixa era do PMDB.
Na ocasião, ele afirmou que o aporte ao grupo Bertin teve como contrapartida o pagamento de propina dividida entre ele, Cunha e Moreira Franco, que rebatem as acusações do delator.
Na delação premiada, Funaro havia afirmado que distribuiu os R$ 12 milhões de propina do grupo Bertin da seguinte forma:
  • 65% para Moreira Franco
  • 25% para Cunha
  • 15% para ele próprio
Nesta terça, Funaro detalhou ainda mais essa operação no depoimento à Justiça Federal. Segundo ele, Moreira Franco atuou, à época em que ocupou a cadeira de vice-presidente da Caixa, para liberar dentro do banco os recursos solicitados pelo grupo Bertin.
De acordo com o operador financeiro, em meio à campanha eleitoral de 2010, um encontro em um hotel definiu valores de doações para as campanhas políticas.
Procurado para comentar as acusações de Funaro, o ministro Moreira Franco disse, a respeito do delator, que “uma pessoa que vive da delinquência necessariamente vive da mentira”.
Acusações a Joesley
Ao longo do depoimento desta terça, Funaro respondeu perguntas feitas pela defesa de Cunha. Parte do questionário tratou da relação do doleiro com o empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F, que está preso atualmente após um controverso acordo de delação com a PGR.
Segundo Funaro, Joesley é um “ladrão” e “roubou” Cunha, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o próprio Funaro ao não pagar a comissão acertada na compra da empresa Alpargatas, que fabrica as sandálias Havaianas, pela J&F.
“O que ele roubou de mim, do deputado Eduardo Cunha e do Geddel Vieira Lima, só de Alpargatas, seriam R$ 81 milhões”, afirmou.
Conforme o doleiro, Joesley deveria ter pago 3% em relação aos R$ 2,7 bilhões da operação, realizada em 2015.
Funaro contestou os valores de uma planilha entregue por Joesley, que registra a relação financeira entre os dois.
“Eu tenho a receber dele R$ 41 milhões mais ou menos de dinheiro lícito [de Joesley]. Se for calcular o ilícito junto, vai dar 120 poucos milhões de reais, porque ele deu um tombo nessa operação da Alpargatas em mim, no deputado Eduardo Cunha e no Geddel Vieira Lima”, ressaltou Funaro.
Funaro apontou que a planilha tem erros, já que há registro de cobrança de juros.
“Quem paga juro e recebe juro é banco, eu nunca vi pagar juro e receber juro de dinheiro ilegal”, ironizou.
Questionado pelo advogado de Cunha sobre as condições do acordo de delação com a PGR, Funaro disse que delatou de “livre e espontânea vontade” e que foi tratado de forma “severa”.
“Eu resolvi que eu prefiro não ter nada e ter paz, do que ter tudo e não ter paz”, disse.
Funaro ainda afirmou, ao final do depoimento, que está disposto a fazer um teste de polígrafo diante de Cunha, que na semana rebateu as afirmações feitas pelo doleiro.
“Eu vou desmentir tudo. É uma repetição do que já está na delação e, no meu interrogatório, eu vou fazer a minha defesa e mostrar as mentiras que estão sendo faladas”, disse Cunha na última semana, depois de uma audiência para o interrogatório dos réus no processo em questão.

G1

Valor do mínimo não é objeto de ‘opinião ou vontade’, é de ‘seguir a lei’, diz Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta terça-feira (31) que a definição do valor do salário mínimo não é objeto de “opinião ou vontade”.
Na segunda-feira (30), o governo anunciou que reduziu novamente a previsão para o salário mínimo de 2018, recuando de R$ 969 para R$ 965.
“É objeto de seguir a lei. É o que estamos fazendo”, afirmou o ministro durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal.
A estimativa para o salário mínimo do próximo ano já havia sido reduzida em agosto, de R$ 979 para R$ 969. Atualmente, o salário mínimo está em R$ 937.
A nova estimativa consta da mensagem modificativa da proposta de orçamento de 2018, que está sendo enviada ao Congresso Nacional. O texto permite um rombo nas contas públicas de R$ 159 bilhões para o ano que vem, R$ 30 bilhões maior do que inicialmente previsto.
Cerca de 45 milhões de pessoas recebem salário mínimo no Brasil, entre aposentados e pensionistas, cujos benefícios são, ao menos em parte, pagos pelo governo federal.
Com o salário mínimo menor, portanto, o governo economizará nas despesas com o pagamento desses benefícios. A expectativa do Ministério do Planejamento é economizar R$ 1,2 bilhão com a revisão do salário mínimo para baixo.
O reajuste do salário mínimo, por lei, é feito a partir de uma fórmula que soma a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano ano anterior, calculado pelo IBGE, e o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.
“Salário mínimo é de acordo com a lei. O que mede a inflação nesse caso é o INPC, que nas medidas pelo índices oficiais está um pouco menor do que o IPCA. O INPC tem ficado abaixo de 2% ao ano, contra um IPCA de 2,6%”, disse Meirelles.
No caso de 2018, portanto, será somado o resultado do PIB de 2016, com queda de 3,6%, com o INPC de 2017, que só será conhecido no começo do ano que vem. Como o governo baixou a previsão para o INPC deste ano, também estimou uma correção menor do salário mínimo do próximo ano.
Reforma da Previdência
O ministro da Fazenda afirmou também que, para a aplicação consistente do teto de gastos, aprovado no ano passado, é “crucial” a aprovação da reforma da Previdência Social. Ele lembrou que, neste ano, a Previdência já abocanha 57% de todos os gastos públicos, patamar elevado para padrões internacionais.
“Não estamos considerando outras alternativas, como [acabar com o] abono salarial. Não estamos considerando nada disso. Apenas o teto e um pressuposto que é mais razoável que é a aprovação da Previdência. Medidas que viabilizem a manutenção do teto”, declarou.
Segundo Meirelles, a população brasileira é ainda relativamente jovem, mas tem gastos previdenciários superiores a nações com população mais velha, como o Japão. “O brasileiro gostaria de se aposentar o mais cedo possível, o problema é que alguém tem de pagar”, acrescentou.
Na segunda-feira, o Ministério do Planejamento informou que a estimativa para o déficit das contas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), sistema público que atende aos trabalhadores do setor privado, passou de R$ 204,4 bilhões para R$ 192,8 bilhões em 2018.
Após a votação na semana passada de nova denúncia contra o presidente Michel Temer, que foi derrubada pelo Congresso, a equipe econômica espera retomar as discussões em torno da reforma da Previdência, que estão paradas desde maio deste ano.

G1